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segunda-feira, 9 de março de 2009

Cicloturismo

Aproxima-se os festejos do 25 de Abril de 2009 e com eles XIV passeio de cicloturismo levado a cabo pelas Juntas de freguesia de Fernão Ferro e Sesimbra.
Local de encontro:
Junta de Freguesia de Fernão Ferro.
Rua da Igreja, Lt. 798
Coordenadas GPS: 38.587380, -9.079430.
N 38° 35' 14.57" , W 9° 4' 45.95".

O tema do ano passado era, "Todos pela construção do Hospital do Seixal"
A entrega das T-shirts e dos bonés na Junta de freguesia.
O Passeio de Cicloturismo tem partida por volta das 10 horas no Parque 25 de Abril, em Fernão Ferro junto ao coreto, e promete juntar milhares de pessoas à semelhança das edições anteriores.

Verdadeiros Azes do pedal a equipa " The Fox Patrol " sempre presente na dianteira do pelotão na volta a Fernão Ferro.
Vários amantes de cicloturismo vindos de várias zonas do país, juntam-se ao grade evento, em Fernão Ferro, e no final da prova juntam-se ao convívio e aos comes e bebes proporcionados pela Junta de freguesia. Aqui participam desde as mais velhinhas pasteleiras, verdadeiras relíquias avoengas até ás mais evoluídas topo de gama bicicletas BTT, o objectivo é participar, já há quem diga que já chegamos a ser 5000 participantes.
Foram cerca de 34 Km nesta volta, mas o Júnior da minha equipa embrulhou-se na Bike de uma veterana velha sexagenária, a 7 Km do final, teve de ser assistido pelos bombeiros (que lhe lavaram a perna cheia de óleo), e acabou a prova no carro de apoio da Camâra Municipal a contar anedotas ao motorista.
Chegou agora a época de treinos dos atletas da nossa equipa
a sempre presente " The Bike Fox Patrol "
e das afinações finais das nossas bikes, para o percurso de 2009.

Prepara-te com antecedência, começa já as afinações da tua Bike, se não tens experiência visita a Escola de bicicletas, tem dicas úteis e interessantes para iniciados na modalidade.
visita também:
Buga, junta-te à praça, somos mais que as Mães,
tendo em conta que participam muitos irmãos!
*
Glossário de termos específicos
das Actividades de Ciclismo:
Aerial: Uma modalidade de “Freestyle” (estilo livre), que significa “voar” com a bicicleta e fazer acrobacias no ar.
Aero bars: Ligações às barras ou barra da bicicleta que permitem ao ciclista manter uma postura mais baixa, mais aerodinâmica da posição superior do corpo.
Aerodinâmica: Partes ou posições ao andar de bicicleta de modo a reduzir a resistência do ar. Na maior parte das modalidades de ciclismo, a resistência do ar é o factor que mais limita a velocidade.
Altura Standover: Uma das primeiras dimensões de uma bicicleta, isto refere-se à altura da barra horizontal desde o solo. Se a altura “standover” é muito grande para um determinado ciclista, montar e desmontar a bicicleta será estranho e perigoso.
Alavanca das mudanças: O controlo de mão para alterar a mudança.
Aro: Uma aresta circular sobre uma parte. O uso usual deste termo no ciclismo refere-se uma parte de um cubo, na qual os raios que ligam.
Bar Ends: Extensões das barras do guiador que se montam na parte final de um guiador direito de bicicleta de montanha para possibilitar posições extras para as mãos.
Barra horizontal: A barra do quadro que segue horizontalmente desde o topo da barra frontal até ao selim.
Bicicletas desportivas e de turismo: Ocupam o meio-termo entre uma bicicleta de turismo e uma bicicleta de corrida em estrada.
Bicicleta de Montanha (BTT): “Bicicleta de montanha” (BTT) é actualmente o termo preferido para se referir a bicicletas para utilizar fora de estrada. Bicicleta de turismo: Uma bicicleta de turismo é desenhada para proporcionar conforto, durabilidade, eficiência e, na maior parte dos casos, tem uma grande capacidade de carga.
Bidon: Termo francês para garrafa de água.
BMX: Bicicleta MotoCross, um tipo de corrida em pista suja. As corridas, chamadas de “motos” normalmente duram menos de dois minutos, e incluem saltos.
Cabo: A maioria das bicicletas modernas usa cabos para controlar a mudança de velocidades e travões.
Cadência: A velocidade a que os pedais viram, medida em Rotações por Minuto. Ciclistas inexperientes tendem a andar numa velocidade mais elevada do que deveriam, pedalando numa cadência menor. A maior parte dos ciclistas experientes pedala numa cadência de 70-9º RPM. Isto causa menos pressão nas articulações, particularmente nos joelhos. Os ciclistas de corrida usam frequentemente cadências maiores para explosões de aceleração.
Chave de Parafusos Allen: Uma barra hexagonal sólida, geralmente em forma de “L” para funcionar como alavanca, que se adapta à cavidade hexagonal oca da cabeça do parafuso Allen. Esta ferramenta é, por vezes, confundida com a designada por “chave de parafusos hex”, “chave Allen” ou “chave hex”.
Cantilever Brake: Um travão “cantilever” tem dois braços separados, ou vigas, um em cada lado do aro.
Cassete: Um conjunto de dentes de roda e separadores desenhados para serem usados num eixo livre.
Conjunto do quadro: Normalmente, um “conjunto do quadro” consiste no quadro e na forquilha. Em alguns casos, pode também incluir rolamentos da direcção e/ ou a barra do selim, ou outras partes peculiares do tipo de quadro envolvido.
Cubo: O meio da roda, na qual a parte interior dos raios que unem.
Cubo Flip-flop: Um cubo que tem dois lados, para levar um dente de roda ou roda livre em cada lado.
Death cleats: Pedais sem encaixe, que requerem uma acção manual antes do ciclista conseguir libertar os pés dos pedais.
Derailleur: Um mecanismo para mover a corrente de uma roda dentada para outra, para mudar as velocidades numa bicicleta de múltiplas velocidades.
Downshift: O acto de mudar a velocidade para uma mais reduzida.
En danseuse: Do francês: “dançando nos pedais”. “Pumping” (mover-se vigorosamente para cima e para baixo na bicicleta); pedalar enquanto está de pé em cima da bicicleta. Isto não é um estilo muito eficiente de pedalar, mas às vezes proporciona um certo alívio, pois leva a uma mudança de posição.
Engrenagem: A “engrenagem” esta relacionada com a vantagem mecânica de todo o sistema de direcção. A engrenagem da bicicleta depende na relação entre os tamanhos dos dentes da roda dianteiros e traseiros e o tamanho da roda de direcção.
Extensão: O prolongamento da parte fixa do guiador que segue desde o cabo até ao punho.
False flat: Uma parte da estrada que parece nivelada, mas que é ligeiramente inclinada.
Fibra de Carbono: Um material composto que é muito resistente e leve. É usado para quadros e forquilhas.
Flatland: Um ramo do Freestyle em ciclismo feito ao nível do solo. Habitualmente envolve voltas e colocar-se em diferentes partes da bicicleta, por vezes movendo-se para a frente, por vezes para trás, por vezes balançando até ao ponto de não se mover.
Fita para o guiador: Pano, plástico ou fita de couro que é envolvida à volta do guiador para dar mais aderência às mãos do ciclista e também para almofadar o guiador.
Forquilha: Normalmente refere-se à forquilha dianteira, a parte do aparelho do quadro que segura a roda da frente.
Gauge: Um instrumento de medição da espessura, particularmente de arame.
Goose Neck: Um guiador, um eixo com uma longa extensão à frente.
Granny Gear: Termo usado na gíria para a mais pequena roda de corrente num conjunto triplo do braço do pedal.
Guarda-lamas: Uma cobertura para a parte superior da roda, para proteger a bicicleta e o ciclista dos salpicos ao andar de bicicleta em condições atmosféricas adversas (húmidas).
Híbrida: Bicicletas híbridas, também conhecidas como bicicletas de “cross” ou “fitness” são uma combinação da bicicleta de montanha (BTT) ou da bicicleta de turismo.
Jante: O arco de metal exterior de uma roda de bicicleta. A jante não inclui os raios, ou o cubo.
Lance Armstrong: Um ciclista dos USA, que ganhou o Tour de França seis vezes (1999-2004).
Masher: Um ciclista, que habitualmente pedala numa velocidade alta, e numa cadência baixa. O oposto de um “spinner”. O estilo “mashing” é passível de causar lesões nos joelhos e cãibras nas pernas.
Match sprint: Um evento de pista para dois ciclistas, que partem os dois ao mesmo tempo.
Pace line: Um grupo de ciclistas em linha.
Pannier: Um saco que esta ao lado das rodas da bicicleta.
Pelotão: Um conjunto denso de ciclistas. Numa corrida com partida em grupo, a maior parte dos competidores normalmente acabam num amplo pelotão durante a maior parte da corrida.
Penny Farthing: Uma bicicleta de alta-roda. Este termo vem do antigo sistema monetário inglês.
Prato: Uma roda dentada que faz parte da corrente de direcção. Os pratos dianteiros são habitualmente designados por chainwheels ou chainrings.
Quadro: O esqueleto de uma bicicleta. O tipo mais comum de quadro é designado por quadro “diamond”, e consiste em dois (ou três, dependendo do modo como olha para ele) triângulos.
Quadro Diamond: É um desenho (com mais de cem anos) standard de um quadro de uma bicicleta.
Raio: Um dos fios de metal que liga a jante ao cubo da roda da bicicleta.
Roda livre: O mecanismo que torna possível descer uma encosta em roda livre, isto é, sem pedalar.
Rodas Quick-realease: Rodas com um sistema de aperto rápido que utiliza um mecanismo para permitir que as rodas sejam removidas sem ajuda de ferramentas.
Randonnée: Palavra francesa que em português designa “caminhadas”, termo que normalmente não é usado no contexto de bicicletas. A randonée um grupo organizado de passeio, com algum ênfase na velocidade, mas não é uma corrida.
Reflectores: São fornecidos com a maioria das bicicletas com a intenção de tornar a bicicleta visível à noite, quando iluminada com os faróis dos outros veículos.
Road Racing: É qualquer corrida feita em estrada, mas o sentido mais comum é o de uma corrida em grupo de um local para o outro, ou possivelmente um percurso para um grupo de oito com grandes voltas.
Rolamentos de Esfera: Os rolamentos de esferas são usados em bicicletas, nos suportes, nas rodas livres, e no eixo das rodas.
Rolamentos da direcção: A assembleia dos rolamentos que liga a forquilha dianteira ao quadro, e permite a forquilha virar para navegar e equilibrar.
Selim: Frequentemente designado por “assento”, um selim de uma bicicleta não pretende suportar o peso total do ciclista.
Shimano: O líder no fabrico de partes de bicicletas.
Tamanho do quadro: Normalmente refere-se à medida da barra do selim. Isto é a medida do centro dos rolamentos da pedaleira até algures perto do topo da barra do selim. Infelizmente, os fabricantes discordam onde deve ser o topo da barra do selim, assim o mesmo quadro pode ter tantas como oito medidas diferentes, dependendo do fabricante. O tamanho do quadro pode ser medido em polegadas ou centímetros.
Travão do disco: Um travão no cubo da roda, similar a um travão do disco que consiste num disco que aparafusa no cubo da roda e um compasso de calibre que esta ligado ao quadro ou à forquilha que aperta no disco.
Travões Quick-realease: Para facilitar a mudança de rodas, a maior parte das bicicletas de estrada com “high-performance” tem um mecanismo de abertura rápida que permite que as alavancas de travão se abram, um pouco mais do que o habitual, para permitir a passagem dos pneus.
Tubo da direcção ou barra diagonal: Tubo do quadro que percorre diagonalmente desde os rolamentos da pedaleira até ao ponto mais baixo do tubo direcção.
Upshift: O acto de mudar para uma engrenagem mais alta.
Velo: Palavra francesa para designar “bicicleta”, habitualmente usada como raiz para formar palavras compostas relacionadas com ciclismo. Diminutivo de velocípede.
Velódromo: Uma pista para bicicletas de corrida.

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